Sistema de controle de combustível para transportadoras
A sua média premia quem dirige melhor — ou quem anota melhor?
A ÈPTÁ é a plataforma de controle de abastecimento para o posto interno da sua frota: o litro nasce no medidor, a bomba só libera identificada e a média fecha sozinha — sem foto, sem grupo, sem digitação.
45 minutos. Você sai com o mapa do que dá para melhorar — às vezes é diesel, às vezes é tempo e processo — mesmo que você nunca feche com a 7TEC.
“Eu cobro muita média. Eu cobro muita média. Então tinha motorista que colocava 50 litros e zerava a bomba e abastecia e mandava foto por mim.” — dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, abril de 2026
“Então você não ia descobrir nunca.” — o mesmo dono, sobre por que a foto não pega o esquema
Toda noite, em algum pátio
Dez horas da noite no pátio.
O caminhão voltou de viagem e abastece de noite, porque de manhã sai de novo. O controle é o de sempre — foto da bomba, foto da placa, foto do hodômetro, tudo pro grupo. E aí começa o segundo turno de alguém:
“Hoje nós batemos foto, o cara vai lá, abastece, bate foto de placa, bate foto de quilometragem e manda pro grupo. Daí uma pessoa tem que ir lá, conferir tudo e lançar no sistema.”— dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, junho de 2026
“E você fica toda hora insistindo na mesma tecla. É pra bater foto, é pra bater foto.”— dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, abril de 2026
“Hoje a guria tem que ir lá digitar isso aí… conferir a foto, conferir a litragem que tá na bomba, daqui a pouco tu fica desconfiado.”— dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, junho de 2026
A foto vira número digitado. O número digitado vira média. E a média decide bônus, advertência e a conversa dura com o motorista — tudo em cima de uma conferência feita de madrugada, no celular.
O custo é você premiar e punir no escuro.
O verdadeiro problema
Não é a sua gestão. É a média que nasce digitada.
Na transportadora, o dado mente em quatro lugares antes de virar média:
Na digitação
O campo aceita qualquer quilometragem — e quem digita sabe disso.
“Hoje no digitamento você bota o que você quer, né? … vamos botar aqui uns 50 quilômetros a menos, dá diferença lá na frente, né?”— dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, junho de 2026
Na foto sem dono
A foto registra a bomba — não quem estava nela, nem a que horas deveria estar.
“Às vezes acontece de fazer fora do horário e nem é ele. E aí que a gente perde a informação, que às vezes até o dono também acontece.”— transportadora, em reunião com a 7TEC, março de 2026
Na câmera
A câmera até pega — mas só quando alguém está assistindo.
“Já pegamos nas câmeras, mas tem que ficar toda hora fazendo isso, né?”— dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, junho de 2026
No tempo
O número chega tarde demais para decidir qualquer coisa.
“Demora às vezes 10 dias que quando o tanque acaba… aí sim, eu fecho o tanque e jogo [no sistema].”— transportadora, em reunião com a 7TEC, março de 2026
Não é a sua gestão. É que a média que decide bônus e advertência nasce de um número que alguém digitou.
Não é falta de controle. Você provavelmente controla demais — foto, grupo, conferência, câmera. O que falta não é esforço: é um número que nasça medido.
A plataforma no pátio
Tirar a digitação do caminho do número.
A 7TEC não pede pra você conferir melhor. Na ÈPTÁ, o litro nasce no medidor e a média fecha sem passar por teclado nenhum.
O volume, ninguém digita — ele nasce no medidor
“Tá, mas ele tem que botar a quilometragem, ele tem que digitar a quilometragem da hora aí?”— dono de transportadora, perguntando como o sistema captura o km, em reunião com a 7TEC, junho de 2026
Não. É essa a diferença. O volume vem direto do medidor da bomba; o km e o horímetro, o ÈPTÁ MOB captura por foto do painel — o aplicativo lê e transcreve sozinho. Não existe campo para digitar quilometragem.
ÈPTÁ MOB · km e horímetro por foto, sem digitaçãoTodo abastecimento tem “quem foi”
“Se tu passa o cartão pra abastecer, sabe quem foi o cara, né?”— dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, junho de 2026
Aqui é assim, no seu posto interno: QR Code pelo ÈPTÁ MOB, tag no veículo ou senha no teclado do CGA — a bomba só libera com veículo e motorista identificados. Fora de horário, sem identificação, “nem é ele”: não sai diesel.
ÈPTÁ SGA · identificação e liberação da bombaA regra vigia sozinha
“Vocês vão abastecer, zera a bomba, tiram uma foto da bomba para me conferir o número de baixo… senão o cara vai lá, zera a bomba de novo, põe 50 litros, zera de novo. Eles não baixam foto.”— dono de transportadora, descrevendo o esquema que a foto não pega, em reunião com a 7TEC, abril de 2026
Esse esquema existe porque a foto é o controle. Quando o litro nasce no medidor, zerar a bomba não apaga nada: cada acionamento é registrado com veículo, motorista, data e hora. E o que sair da regra não vira suspeita para investigar — a bomba bloqueia e o sistema avisa. Medição ou bloqueio; nunca lacuna.
ÈPTÁ SGA · regras e bloqueio, offline inclusiveA média fecha na hora
“Coisa de meia hora eu vou corrigir todos os 16 caminhões, vou saber a média de todo mundo… Agora, do jeito que eles estão fazendo… eu tenho que somar KM, dividir média, fazer média e ligar pro motorista.”— dono de transportadora, em reunião com a 7TEC, abril de 2026
Com o litro e o km nascendo medidos, a média por caminhão e por motorista fecha sozinha, no dia — com alerta quando alguma sai do padrão. A calculadora e a ligação pro motorista viram exceção, não rotina.
ÈPTÁ SGA · médias por veículo e motorista, alertasNenhum campo para digitar litro. Nenhuma foto para conferir de madrugada. A média que chega até você já nasce pronta — e auditável.
Prova
Cinco mil litros em um mês.
Isso não é projeção de vendedor. É o que um gestor de frota contou, numa reunião, sobre um mês comum da operação dele:
“No mês passado, uma operação disse que consumiu 23 mil e, na verdade, foi mandado 28. Então, deu uma diferença de 5 mil litros… a diferença de 18% é muito grande.”— gestor de frota, em reunião com a 7TEC, março de 2026
“E ninguém soube justificar para onde isso veio.”
A 7TEC não promete que a sua diferença é de 18% — talvez seja menor; talvez você prefira nem descobrir. O que dá pra afirmar é isto: enquanto a média nascer de digitação, esse número não existe pra você. Nem pra cobrar, nem pra absolver o motorista que está dirigindo bem. No diagnóstico, a conta é feita com a sua frota, o seu consumo e o seu preço de diesel.
Antes de você perguntar
A conta que você leva pra diretoria.
Quem aprova o investimento quase nunca é quem confere o litro. E o que sobe pra reunião hoje?
“Porque hoje, o que a diretoria tem? A minha fala, a fala dele… e o papelzinho escrevendo. Quando alguém vai nos auditar, é muito difícil.”— gestor de transportadora, em reunião com a 7TEC, maio de 2026
O investimento na ÈPTÁ não compra um relatório bonito. Compra um número que se defende sozinho — medido na origem, com data, hora, veículo e quem abasteceu. É a diferença entre levar uma opinião pra diretoria e levar um registro que sobrevive a auditoria.
E tem a conta que um dono de frota fez sozinho, na reunião, sem ninguém pedir:
“Nosso tanque é 15 mil litros, né? Tanque acima de 10 mil litros já consegue pegar direto da distribuidora, é mais barato… Eu fiz a conta que dá 10 centavos e 15 centavos da direta da distribuidora… é uma diferença boa. A gente tá usando quase 50 mil litros por mês.”— transportadora, em reunião com a 7TEC, maio de 2026
A moeda da transportadora é essa: centavos por litro, vezes o seu volume. E essa conta só fica de pé pra quem controla o próprio tanque. No diagnóstico, ela é refeita com o seu consumo e o seu preço de bomba — não com o número de terceiro.
Quem já mede no pátio
Duas transportadoras, com nome e sobrenome.
“Com o ÈPTÁ SGA, alcançamos uma redução real de custos entre 5% e 10% sobre o consumo mensal, que é de 200 mil litros. O sistema atingiu plenamente os objetivos ao proporcionar segurança nos abastecimentos e o controle individual de cada veículo.”
Lucas Amorim Gestor de Tecnologia · TransReal
“O grande diferencial foi termos conseguido integrar, de fato, o ÈPTÁ com o nosso sistema. Antes, demandava um trabalho manual de inclusão dos dados, e agora tudo funciona direto.”
Luana Carvalho Gerente de Projetos e Serviços de Manutenção · JC Distribuição
“Se for bom, eu nem vejo os próximos, hein?”— dono de transportadora, comparando fornecedores, em reunião com a 7TEC, março de 2026
Próximo passo
Diagnóstico da Operação 7TEC
Foi assim que um dono de transportadora abriu a conversa com a 7TEC — comparando, com a régua na mão. A gente aceita a régua. Traga a sua média, o seu grupo de WhatsApp e a sua última divergência: em 45 minutos, o diagnóstico faz a conta com os seus números. Você decide se ainda precisa ver os próximos.
Sem compromisso, sem demonstração forçada de software. Se a conclusão for que você não precisa da ÈPTÁ, a gente fala isso também.
Prefere WhatsApp? O mesmo diagnóstico, por lá — resposta rápida.
As frases citadas nesta página são registros literais de reuniões reais entre a 7TEC e operações brasileiras — cliente, data, hora e posição na gravação documentados. Os nomes foram preservados por confidencialidade; as imperfeições de fala, não. Depoimentos identificados publicados com autorização.
